sábado, 19 de setembro de 2009

Tá ou não tá em depressão?


Não.
É que a minha vida tem a cor dos esmaltes que uso!!!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Consulta ao INMETRO

Amizade tem prazo de validade?
Acho que algumas estão vencidas.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

( ) H1N1

( ) gripe suína
( ) gripe A
( ) não aguento mais falar de todas as alternativas anteriores!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Mussum

"Cacildis: 15 anos sem Mussum

Há 15 anos, morria o músico e humorista Mussum. Antônio Carlos Bernardes Gomes, seu nome verdadeiro, faleceu em 29 de julho de 1994, aos 53 anos, vítima de complicações causadas por um transplante de coração.
Ainda sem o apelido que o consagrou, Antônio Carlos começou a carreira artística como músico. Na década de 60, formou com amigos Os Originais do Samba. Conciliava o grupo com o posto de cabo da Força Aérea Brasileira, com aprovação dos superiores.
O apelido Mussum surgiu em sua primeira aparição na TV. Em 1965, Os Originais do Samba participaram do humorístico Bairro Feliz, exibido ao vivo pela Globo. No entanto, Antônio Carlos foi ao programa sem a autorização de seus superiores. Durante a apresentação, tentava se esquivar das câmeras.
Tudo corria bem até Grande Otelo deixar cair no chão um livro onde guardou o script, pois não havia decorado o texto. Antônio Carlos teve um ataque de riso. O comediante olhou para o sambista – negro, calvo e sem pelos no rosto – e disparou. “Tá rindo de que, ô mussum?”, em alusão à enguia preta e sem escamas. No começo, Antônio Carlos ficou irritado com o apelido, mas acabou adotando-o como nome artístico.
A carreira como humorista começou em 1967. A convite de Chico Anysio, participou da Escolinha do Professor Raimundo, na Tupi.
A insistência de Manfried Sant’Anna, o Dedé Santana, levou Mussum ao grupo humorístico que o consagrou. Após inúmeros convites, em 1971 ingressou no programa Os Insociáveis, exibido pela Record. Renato Aragão, o Didi Mocó Sonrisélpio Colesterol Novalgino Mufumbo, completava o trio.
Em 1973, os três foram para a Tupi, onde estrearam o programa que teria o mesmo nome com o qual passaram a se apresentar: Os Trapalhões. No mesmo ano, Mauro Faccio Gonçalves, o Zacarias, ingressou no grupo.
Em 1977, estrearam na Globo. Em 1990, com a morte de Zacarias, Os Trapalhões pensaram em parar, mas seguiram em frente em homenagem ao colega. Após a morte de Mussum, o programa resistiu por um ano. Totalmente descaracterizado, deixou de ser exibido em 1995.
Além do programa na TV, Mussum participou de 27 filmes com os colegas humoristas. Estreou nas telonas em 1976, em O Trapalhão no Planalto dos Macacos. Seu último longa-metragem foi Os Trapalhões e a Árvore da Juventude, de 1991.
Este clássico esquete de Os Trapalhões mostra que, se ainda estivesse vivo, Mussum muito provavelmente teria problemas com a tediosa turma do politicamente correto. Aliás, todos os trapalhões. As piadas envolvendo bebidas alcoólicas, cor de pele, orientação sexual, mulheres, armas de fogo, referências a órgãos sexuais e outros assuntos que viraram tabu de uns tempos para cá tirariam o sono daqueles que parecem ter como único objetivo eliminar o livre arbítrio do telespectador.
Atualmente, Mussum é cultuado na internet. Perfis e comunidades em redes sociais homenageiam aquele que também era conhecido como Mussa, Mumu, Fumê e Fumaça. Mussum jamais será esquecido!"

Fonte: http://www.poltrona.tv/cacildis-15-anos-sem-mussum/

sexta-feira, 24 de julho de 2009

domingo, 12 de julho de 2009

Salada de frutas


Quando a gente fica muito tempo sem postar, dá uma vontade de postar tudo que nos últimos tempos pensamos "poxa, podia colocar isso no meu blog".
Mas, além do tempo ser curto e o espaço também, eu na verdade não lembro tudo, tudo que eu gostaria de ter escrito e na hora não tinha computador ou tava com preguiça.

Buenas, em primeiro lugar tenho que dizer que vou ficar com saudade do Michael Jackson. Quer dizer, vão ficar passando coisa do cara durante toró de dias que nem sei se vão mesmo deixar o pobrezinho morrer em paz. Até a irmã resolveu denunciar um possível assassinato!! Ai, ai... penso que algumas pessoas podiam de verdade se transformar em pokes!!!

Também quero falar que to sentindo uma paz muito grande e muito boa, como há tempos não sentia. Alguns tem denominado isso de "passividade", mas até a terapia já me desencanou. Não sou passiva nem nunca vou ser, o que acontece é que me cansei de ser pró-ativa no meio de gente que não foi, não é e nem nunca será um grupo coletivo.

To com saudade da família, da convivência em família. Vou pra Minas essa semana tomar um gole disso!

Continuando a salada, acrescento o ingrediente mais caro, o morango:
Eu me apaixonei. No começo muito, agora menos. E não consegui ainda namorar, mas creio que com um pouquinho de treino e paciência eu chego lá! Já me apaixonei outras vezes e não disse, pq era passageiro ou pq não valia a pena mesmo. Mas desta vez acho que vale e, engraçado, dessa vez é pra valer!

Por fim, não posso deixar de dizer que sinto muita, muita falta do Ricardo. E não tem jeito de mudar isso. Não queria que ele voltasse, mas preciso de alguém ou alguma coisa pra preencher esse vazio. No começo fiquei muito perdida, agora to só um pouquinho perdida. Mas continuo com uma ausência dele que é difícil de lidar. Saudade. Com letras maiúsculas, em itálico e negrito.

sábado, 27 de junho de 2009

A..A...A...A....

Atchiiiimmmmmm!!!!!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

É quase Carnaval

E eu não vou mais brincar com você.
Não vou mais ver você.
Não vou mais rir com você.
Não vou mais pedir opinião pra você.
Não vou mais telefonar pra você.
Não vou mais tomar cervejas com você.
Não vou mais teclar com você.

Mas vou

Brincar pensando em você.
Ver você nas minhas fotos e no meu pensamento.
Rir de você e pra você.
Reciclar as opiniões dadas por você.
Brindar copos de cerveja pra você.
Pensar em você.
E, mesmo que não responda, falar com você.


Descobri que amo você pra sempre e que nunca vou te esquecer.


(Para Ricardo)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

2009


Cheguei hoje do Rio na dúvida se devia ter vindo mesmo, ou se devia ter arriscado a ficar por lá.
Cidade mais que maravilhosa, cidade mágica que eu adoro e me sinto mais em casa do que em qualquer lugar que eu possa ter estado.
O reveillon foi muito legal, sossegado e perto de amigos preciosos. Amigos de longa data que eu estimo e faço questão de cuidar. Fomos pra Nikiti, Tio e Tia, Ju, Muller (que mais tarde se tornaria "O Mestre"), Flávia e Rodrigo - que gentilmente abrigaram em casa toda tropa.
Nos divertimos muito, mas principalmente curtimos o fato de mais uma vez estarmos juntos. Eita importância que passa desapercebida... a importância de se estar com verdadeiros amigos.
Bom, descobrimos que não somos mais os mesmos (traduza por: envelhecemos), pois sobrou bebida. Ouvimos (e tocamos) boa música. Pelo menos envelhecemos juntos.
Brincamos de amigo invisível. Ganhei do André um kit Mengo que vou guardar forever. Saí com a Ju e dei um livro de culinária do Porquinho. Usamos um moderno site de sorteio e de troca de bilhetes, o que não nos livrou das boas risadas. Gente, que loucura, o papelzinho com nome perdeu seu lugar e agora, mesmo morando a km de distância , é tão fácil brincar de amigo invisível!
Depois, Ju e eu ganhamos da Aline um guia para quem está entediado com o trabalho. É de rolar de rir e vale a pena comprar, usar, divulgar. Enfim, é uma boa idéia, muito boa idéia.
Depois do reveillon fui pro Rio curtir a capital, mesmo com chuva. Foi a primeira ida a Lapa em 2009. Buteco da Garrafa (que, detalhe, já tinha ido no de Ipanema dois dias antes) com a Blanche, que conheci no hotel. Gente boooa que só ela!
Bom, não é que tivemos a honra de ouvir uma dupla tocar violino meio assim, na janela ao lado de nossa mesa? Ah, Lapa, só na Lapa mesmo... Inacreditável!!!
As histórias da Blanche também são incríveis e conhecemos o Felipe, de Jacarepagua, um garoto muito bacana que aceitou o convite para uma brincadeira divertida que nos rendeu boas risadas. Antes, passei o dia com a Lu, amiga da Ju. Um encanto!! Rangamos um japonês e depois compramos sapatos iguais. Lindos e iguais. hehehehe
Volto como sempre retorno do Rio, achando que tudo por lá continua lindo! E que um dia ainda moro ali, nem que seja por pouco tempo...
Quero voltar no carnaval! Será que consigo?