ah, mudei de novo,
desta vez as cores do meu blog!
o que era laranja, hoje é lilás.
só isso.
mas isso é muito.
Mudei por dentro também.
O que era decepção passou
O que era tristeza quase se acabou.
O que era vidro se quebrou
sábado, 24 de maio de 2008
domingo, 18 de maio de 2008
A decepção
Então... será que a gente se decepciona com alguém aos pouquinhos ou de uma vez só?
Se for de uma vez só, tá fácil, mas se for aos pouquinhos, será que tem jeito de consertar a tempo? A gente consegue perceber quando está prestes a se decepcionar?
Ih, to confusa hoje...
Sei que todo mundo necessita de cuidados e às vezes isso se manifesta em mim. Ontem se manifestou de uma forma muito forte. Fiquei muito triste, cada minuto mais triste, e não aproveitei a festa. Pior, acho que estraguei um pouco a festa de muita gente.
Hoje acordei, já chorei pra caralho, e não sei o que pensar e como agir. Não sei se o copo estava quase cheio de pequenas decepções ou se, com a mentira de ontem o copo lotou e virou uma grande decepção. Sei que decepcionar com amigo dói muito.
Acho que nessa hora o mais legal é deixar passar... pq dai vem a melhor idéia do que fazer. Agora, em momento de tristeza e cansaço, por enquanto acho que é melhor não agir...
Espero que amanhã eu esteja melhor.
Se for de uma vez só, tá fácil, mas se for aos pouquinhos, será que tem jeito de consertar a tempo? A gente consegue perceber quando está prestes a se decepcionar?
Ih, to confusa hoje...
Sei que todo mundo necessita de cuidados e às vezes isso se manifesta em mim. Ontem se manifestou de uma forma muito forte. Fiquei muito triste, cada minuto mais triste, e não aproveitei a festa. Pior, acho que estraguei um pouco a festa de muita gente.
Hoje acordei, já chorei pra caralho, e não sei o que pensar e como agir. Não sei se o copo estava quase cheio de pequenas decepções ou se, com a mentira de ontem o copo lotou e virou uma grande decepção. Sei que decepcionar com amigo dói muito.
Acho que nessa hora o mais legal é deixar passar... pq dai vem a melhor idéia do que fazer. Agora, em momento de tristeza e cansaço, por enquanto acho que é melhor não agir...
Espero que amanhã eu esteja melhor.
terça-feira, 13 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
Hoje tô meio Clarice... e meio Lucinda...
No elevador do filho de Deus (Elisa Lucinda)
A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida
Que eu já tô ficando craque em ressurreição.
Bobeou eu tô morrendo
Na minha extrema pulsão
Na minha extrema-unção
Na minha extrema menção
de acordar viva todo dia
Há dores que sinceramente eu não resolvo
sinceramente sucumbo
Há nós que não dissolvo
e me torno moribundo de doer daquele corte
do haver sangramento e forte
que vem no mesmo malote das coisas queridas
Vem dentro dos amores
dentro das perdas de coisas antes possuídas
dentro das alegrias havidas
Há porradas que não tem saída
há um monte de "não era isso que eu queria"
Outro dia, acabei de morrer
depois de uma crise sobre o existencialismo
3º mundo, ideologia e inflação...
E quando penso que não
me vejo ressurgida no banheiro
feito punheteiro de chuveiro
Sem cor, sem fala nem informática nem cabala
eu era uma espécie de Lázara
poeta ressucitada
passaporte sem mala
com destino de nada!
A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida
ensaiar mil vezes a séria despedida
a morte real do gastamento do corpo
a coisa mal resolvida
daquela morte florida
cheia de pêsames nos ombros dos parentes chorosos
cheio do sorriso culpado dos inimigos invejosos
que já to ficando especialista em renascimento
Hoje, praticamente, eu morro quando quero:
às vezes só porque não foi um bom desfecho
ou porque eu não concordo
Ou uma bela puxada no tapete ou porque eu mesma me enrolo
Não dá outra: tiro o chinelo...
E dou uma morrida!
Não atendo telefone, campainha...
Fico aí camisolenta em estado de éter
nem zangada, nem histérica, nem puta da vida!
Tô nocauteada, tô morrida!
Morte cotidiana é boa porque além de ser uma pausa
não tem aquela ansiedade para entrar em cena
É uma espécie de venda
uma espécie de encomenda que a gente faz
pra ter depois ter um produto com maior resistência
onde a gente se recolhe (e quem não assume nega)
e fica feito a justiça: cega
Depois acorda bela
corta os cabelos
muda a maquiagem
reinventa modelos
reencontra os amigos que fazem a velha e merecida
pergunta ao teu eu: "Onde cê tava? Tava sumida, morreu?"
E a gente com aquela cara de fantasma moderno,
de expersona falida:
- Não, tava só deprimida.
domingo, 4 de maio de 2008
Esquece tudo que foi dito até hoje

por mim a respeito de futebol.
Meu time hoje fez o impossível no segundo tempo...
Jogou bola pro jogo inteiro, meteu gol e levou o Campeonato Carioca pela TRIGÉSIMA vez. 3 X 1 no Botafogo, o time do chororô!
Meu time hoje fez o impossível no segundo tempo...
Jogou bola pro jogo inteiro, meteu gol e levou o Campeonato Carioca pela TRIGÉSIMA vez. 3 X 1 no Botafogo, o time do chororô!
Empatamos em títulos com o Flu, ano que vem a gente desempata.
Pena, uma pena o Joel ir embora.
To um pouco triste com isso...
Pena o Boca não poder mais jogar na Bombonera,
queria ganhar a final da Libertadores lá...
Valeu Mengão!!!!
Pena, uma pena o Joel ir embora.
To um pouco triste com isso...
Pena o Boca não poder mais jogar na Bombonera,
queria ganhar a final da Libertadores lá...
Valeu Mengão!!!!
sábado, 3 de maio de 2008
Este sábado foi um dia ímpar, desses que não tem como agendar... e, por isso mesmo, fantástico.
Levantei e fui fazer a mão - antes que algum engraçadinho pergunte, já respondo: - sim, nasci com ela feita, mas não pintada de esmalte.
Bom, manicure em dia, segui rumo a casa da Verônica. Na sexta tínhamos combinado (por e-mail) que iríamos pra uma cachoeira bem legal, recuperar as energias.
Wellllll... em se tratando de Tatiana e Verônica, tudo foi modificado sem neuras. Ficamos até meio-dia na casa dela jogando conversa fora, eu enrolando pra ver se o Nino chegava, mas só vi o Paulinho, e Raul foi curtir um rapel.
Verônica tira um papelzinho do meio do nada, mostrando um tal hotel fazenda perto de Brasília. Peguei o papel e achei simpático o lugar. Perguntei, como quem não quer nada: Vamos lá ver?
Ela: Vamos!
E seguimos cento e tantos quilômetros pra ver o hotel fazenda, sendo que o primeiro combinado era a cachu, e o segundo combinado (que n contei) era passar na casa dos pais dela pra vê-los.
Duas doidas, um carro e uma estrada... Melhor impossível!!!
Rangamos no hotel fazenda e não curtimos os preços, não rola ir lá no feriado, infelizmente. Lugar que não aceita cartão não merece vaga no céu!!!
Saindo de lá Verônica solta mais uma das suas: Vamos ali em Anápolis comprar esfiha?
Óóóbvio que topei, afinal de contas nunca comi uma esfiha de Anápolis.
Moral da resumida (ê que saudade do Max), chegamos em Anápolis, não encontramos nenhum lugar que vendia esfiha, paramos numa padaria, tomamos um refri e comemos uns trequinhos e voltamos pra Brasília ouvindo hip hop.
Ah, justifica-se o fato de ir a Anápolis comer esfiha pq segundo a Veroniquinha é a cidade com maior população árabe no Brasil. Nem me atrevi a contestar tal informação, pois não entendo de árabe, se ainda fosse sírio...
Ah (de novo!) , na volta a Brasília Vinicim me chama pra ir pra Gyn amanhã. Ou seja, é provável que eu faça o mesmo caminho outra vez.
Que fim de semana bom!!!!
Levantei e fui fazer a mão - antes que algum engraçadinho pergunte, já respondo: - sim, nasci com ela feita, mas não pintada de esmalte.
Bom, manicure em dia, segui rumo a casa da Verônica. Na sexta tínhamos combinado (por e-mail) que iríamos pra uma cachoeira bem legal, recuperar as energias.
Wellllll... em se tratando de Tatiana e Verônica, tudo foi modificado sem neuras. Ficamos até meio-dia na casa dela jogando conversa fora, eu enrolando pra ver se o Nino chegava, mas só vi o Paulinho, e Raul foi curtir um rapel.
Verônica tira um papelzinho do meio do nada, mostrando um tal hotel fazenda perto de Brasília. Peguei o papel e achei simpático o lugar. Perguntei, como quem não quer nada: Vamos lá ver?
Ela: Vamos!
E seguimos cento e tantos quilômetros pra ver o hotel fazenda, sendo que o primeiro combinado era a cachu, e o segundo combinado (que n contei) era passar na casa dos pais dela pra vê-los.
Duas doidas, um carro e uma estrada... Melhor impossível!!!
Rangamos no hotel fazenda e não curtimos os preços, não rola ir lá no feriado, infelizmente. Lugar que não aceita cartão não merece vaga no céu!!!
Saindo de lá Verônica solta mais uma das suas: Vamos ali em Anápolis comprar esfiha?
Óóóbvio que topei, afinal de contas nunca comi uma esfiha de Anápolis.
Moral da resumida (ê que saudade do Max), chegamos em Anápolis, não encontramos nenhum lugar que vendia esfiha, paramos numa padaria, tomamos um refri e comemos uns trequinhos e voltamos pra Brasília ouvindo hip hop.
Ah, justifica-se o fato de ir a Anápolis comer esfiha pq segundo a Veroniquinha é a cidade com maior população árabe no Brasil. Nem me atrevi a contestar tal informação, pois não entendo de árabe, se ainda fosse sírio...
Ah (de novo!) , na volta a Brasília Vinicim me chama pra ir pra Gyn amanhã. Ou seja, é provável que eu faça o mesmo caminho outra vez.
Que fim de semana bom!!!!
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Hoje resolvi mudar...
primeiro dormi até tarde (o que talvez me faça pensar que na verdade ontem é que resolvi mudar, ou tomei a decisão dormindo...)
depois, ranguei um macarrão que eu mesma fiz
terceiro, comi sem queijo, o que é quase um crime
por fim, decidi criar um blog
tomara que consiga postar sempre!!!
primeiro dormi até tarde (o que talvez me faça pensar que na verdade ontem é que resolvi mudar, ou tomei a decisão dormindo...)
depois, ranguei um macarrão que eu mesma fiz
terceiro, comi sem queijo, o que é quase um crime
por fim, decidi criar um blog
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