sábado, 3 de maio de 2008

Este sábado foi um dia ímpar, desses que não tem como agendar... e, por isso mesmo, fantástico.
Levantei e fui fazer a mão - antes que algum engraçadinho pergunte, já respondo: - sim, nasci com ela feita, mas não pintada de esmalte.
Bom, manicure em dia, segui rumo a casa da Verônica. Na sexta tínhamos combinado (por e-mail) que iríamos pra uma cachoeira bem legal, recuperar as energias.
Wellllll... em se tratando de Tatiana e Verônica, tudo foi modificado sem neuras. Ficamos até meio-dia na casa dela jogando conversa fora, eu enrolando pra ver se o Nino chegava, mas só vi o Paulinho, e Raul foi curtir um rapel.
Verônica tira um papelzinho do meio do nada, mostrando um tal hotel fazenda perto de Brasília. Peguei o papel e achei simpático o lugar. Perguntei, como quem não quer nada: Vamos lá ver?
Ela: Vamos!
E seguimos cento e tantos quilômetros pra ver o hotel fazenda, sendo que o primeiro combinado era a cachu, e o segundo combinado (que n contei) era passar na casa dos pais dela pra vê-los.
Duas doidas, um carro e uma estrada... Melhor impossível!!!
Rangamos no hotel fazenda e não curtimos os preços, não rola ir lá no feriado, infelizmente. Lugar que não aceita cartão não merece vaga no céu!!!

Saindo de lá Verônica solta mais uma das suas: Vamos ali em Anápolis comprar esfiha?
Óóóbvio que topei, afinal de contas nunca comi uma esfiha de Anápolis.
Moral da resumida (ê que saudade do Max), chegamos em Anápolis, não encontramos nenhum lugar que vendia esfiha, paramos numa padaria, tomamos um refri e comemos uns trequinhos e voltamos pra Brasília ouvindo hip hop.

Ah, justifica-se o fato de ir a Anápolis comer esfiha pq segundo a Veroniquinha é a cidade com maior população árabe no Brasil. Nem me atrevi a contestar tal informação, pois não entendo de árabe, se ainda fosse sírio...

Ah (de novo!) , na volta a Brasília Vinicim me chama pra ir pra Gyn amanhã. Ou seja, é provável que eu faça o mesmo caminho outra vez.

Que fim de semana bom!!!!

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